A Semana do Renato

Prezados Leitores,
Obrigado a todos pelos vossos elogios à minha primeira crónica semanal (ó Rita, você nem imagina quantos amigos tenho).
Hoje gostava de começar por falar naquela cerimónia linda da terça-feira passada. Muita elegância, muito charme, tudo quanto é gente importante (o que lá havia de potenciais clientes, Rita!) e televisões com fartura.
Bom, o discurso do nosso querido Presidente foi de ir às lágrimas! A falar dos pobrezinhos e daquela gente deserdada pela revolução esquerdista. Que horror!
Gostei sobretudo quando o nosso Chefe solicitou a ajuda de todos nós para resolver o problema dos pobrezinhos. É de facto, aberrante ver tanta gente a mendigar nas nossas ruas, até porque é péssimo para a nossa imagem (defeito profissional, Rita) que os turistas vejam tanto pedinte!
Comovido até não mais, gostava também de ajudar. Para isso, proponho-me organizar uns chazinhos de caridade, umas verbenas, passagens de moda, sei lá, tudo o que for preciso para resolver a crise. Se o PSL ainda estivesse na câmara, teria de certeza alguns fundos para tão nobre causa (que falta nos faz, Rita!). Era um mecenas...
Uma última nota para a questão dos cravos. Por amor de Deus, basta! É de péssimo tom usar uma flor tão careta e popularucha em cerimónias protocolares. Ainda bem que o Sr. Presidente e o nosso querido e elegante Paulo Portas sabem do que estou a falar.
E, é tudo. Bem hajam e até Domingo.
Renato Prado, consultor de imagem
Deportation of the Portuguese in Canada
Um "sketch" humorístico da televisão canadiana sobre os emigrantes portugueses (ilegais) no Canadá. Já deu na TVI, mas para quem não viu, aqui fica a versão original.
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Caro leitor, tenha paciência e acompanhe-me nesta simples conta de merceeiro:
As 4 bicas diárias, o pastelinho de nata, o salgadinho, a "bujeca" e o tabaquinho custam €6,00/dia, ou seja, €180,00/mês. Chamemos a isto os gastos da treta.
O popó que nos leva ao emprego, ao chop-chop, ao copo, ou ao passeio, custa €50,00/semana, €200,00/mês, só para a gasosa. Isto são gastos de transporte.
O telemóvel, a TV cabo, a surfada na net, custa €100,00/mês. São os gastos de comunicações.
O CD, o DVD o livro mensal, a ida ao cinema, ao concerto, o semanário "pesam" €70,00/mês. São os gastos culturais.
A ida extra ao restaurante, a visita à "noite", o "charrito", charuto, garrafita e tal levam mais €100,00/mês. Registemos como gastos sociais.
Assim, somando a Treta + Transporte + Comunicação + Cultura + Social, temos €650,00. Cool!!
Agora se você é português, classe média, licenciado ou não, pai ou mãe, casa e carro com prestações a pagar, você está "fucked up".
Aviso à navegação: verifique muito bem os items acima mencionados - registe tudo - durante os próximos dois meses. A seguir, faça outra lista com este simples objectivo: reduzir o valor encontrado em, pelo menos 50%. E cumpra!
Isto porque se você (sim, você) tem um ordenado líquido de €1300,00 (mais do dobro da média nacional), metade vai para o "esgoto". Esqueça. Acabou. Finito. Kaput.
E, quem avisa...
PS. Se me enganei nas contas, por favor corrijam em comentários
PSAM - Portuguese Speedometer Assessment Method

Volto ao homem da
BOA MOEDA referido neste blogue em Outubro passado.
É? não? talvez? o genial inventor do velocímetro das finanças. En síntese, cada funcionário do fisco tem no seu computador uma informação actualizada, sob a forma de velocímetro, do estado das cobranças.
Ponteiro no verde - contribuinte esmifrado; Ponteiro no vermelho - funcionário tramado
Ou, se preferirem, cumpram os objectivos, senão...
Imaginem se os restantes sectores do Estado e a área privada portuguesa, resolviam fazer benchmarking a esta simples - não confundir com simplex, p.f. - mas poderosa e eficaz ferramenta de controle?
Era vê-los - alguns, se devidamente "encenourados", porque pau não há - a acelerar a fundo quando o ponteiro se aproximasse do laranja!
Petropolítica Global

De acuerdo con
PDVSA – Petróleos de Venezuela – 3,3 millones de barriles diarios es el promedio anualizado de extracción de crudo alcanzado en el año 2005, y 5,8 millones de barriles diarios es la meta de producción establecida para el año 2012 . El 90% de esta producción es exportada.
Esto todo el mundo lo sabe. Ahora que Venezuela cuenta con grandes reservas de crudo convencional, así como, y sobretodo, del llamado crudo pesado, sugiere que contribuirá en forma sustancial a la diversidad de la oferta global de energía. Lo mismo es decir que para un gran consumidor como Estados Unidos –
con el 5% de la población mundial, pero el 25% del consumo petrolífero - lo que pasa con esta producción venezolana es una cuestión que puede amenazar a su seguridad nacional.
Por ejemplo, el reciente pedido de Bush para el incremento del output, fue negado por la OPEP. Como resultado, los Estados Unidos decidieron bajar sus reservas estratégicas (que representan casi año y medio de toda la producción mundial!)
En un artículo muy interesante llamado
“Petropolítica Global”, Michael T. Klare, catedrático estadounidense especialista en seguridad mundial, advierte que el gobierno estadounidense tendrá que entrometerse en los asuntos políticos, económicos y militares de los países proveedores, una injerencia que podría adoptar un cariz diplomático, financiero y hasta bélico. Países productores en Medio Oriente, Asia, África y América Latina tienen sobre sí una amenaza a su soberanía. Tal es el caso en esta última región de México, Venezuela y Colombia.
Este artículo, verdaderamente profético, fue escrito a propósito de la propuesta de Plan Nacional de Energía (PNE) que el presidente George W. Bush presentó en mayo de 2001.
Un aviso no solo al Medio Oriente, pero también a un denominado movimiento de autonomía? del Zulia. El equilibrio es muy frágil!
Desde Caracas, El reportero Creole.
Exclusão ou Equilíbrio Social

Foi bonito ver a grande maioria da bancada parlamentar aplaudir o discuro do Presidente Cavaco Silva na sessão comemorativa do 25 de Abril.
Houve até unanimidade no diagnóstico. Todos muito preocupados com a desigualde, que se agrava, dia a dia, na sociedade portuguesa.
Nós também, é claro. Pergunto-me o que pensará de tudo isto o "meu"
Velho?
Ganda Balentinhe, Processa-os, Carago!

Os meus parabéns, murcon.
Já te safaste do apito! Uma injustiça que te fizeram!
Oube lá, oubi-te na TV e posso-te dizer que inté me bieram as lágrimas a estes que a terra há-de comer!
Foste bítima duma ganda cavala, ou lá o que isso é! Tú e o nosso querido Pintinho!
Isto o sistema são os Mouros, carago! É esse Doutore Cunha e o outro que se demitiue, logo a seguire...
Cumu já não estãoe no puleiro, bocês foram inocentados. Tão a ber? Os poderosos são todos lagartos! Inté o anterior Presidente, o xuxa!
Agora, processa-me esses magistrados, carago! Até eu sou bítima deles por causa dumas Ucranianas que foram à Judite dizer mentiras sobre a minha empresa de import- export.
Eu é que não posso falar, porque estes mouros da treta do Conselho Editorial do Pateira são uns faxistas que me cortam o pio e...
Comentários
Em resposta ao pertinente comentário do Sr. Leonardo Leitão, que agradeço, confirmo que o e-mail ao Ministro Fernando Teixeira dos Santos foi enviado ao respectivo gabinete. Aliás, já não é a 1ª vez.
Questiona-se a utilidade do gesto. Vejamos:
Quem é que não assinou (quantas até com reconhecimento notarial) várias petições a directores-gerais, governadores civis, presidentes de câmara, secretarias e ministérios, etc. sem que nunca nenhum destinatário pusesse os olhos em tais documentos? Absurdo? Então, porque não fazê-lo agora?
A internet é um poderoso e fantástico meio de comunicação que abriu inúmeras possibilidades a todos nós. O exercício da cidadania é uma delas. Usemos e abusemos, é o meu conselho!
70.000 Mortos pela Violência

As imagens aqui reproduzidas foram obtidas (quase clandestinamente) por um blogger venezuelano, no passado dia 22 do corrente, na cidade de Caracas, no decorrer de uma manifestação pacífica denominada
- Acuéstate por la Vida - Por los 70 Mil Homicídios.
Esta manifestação foi convocada por organizações de juventude que afirmam que nos últimos
5 anos! morreram 70.000 venezuelanos, vítimas da violência. Esta é a causa principal de morte na Venezuela, entre os jovens de 15 a 25 anos.
Isto ocorre num dos países mais ricos do mundo que vê a sua juventude a pedir direito ao mais elementar:
segurança e direito à vida.

Os nossos média, claro, nem uma palavra. Estamos muito entretidos a olhar para o nosso umbigo, ou, então, para as manifs dos "banlieue" e do 1º emprego dos jovens franceses. Não interessa quantos destes mortos eram 1ª, 2ª ou 3ª geração de emigrantes portugueses.
Afinal, pertencemos à avançada civilização europeia, ou não?
E-mail to: Fernando Teixeira dos Santos
Exmo. Senhor Ministro de Estado e das Finanças,
Compreendo que os recentes relatórios sobre o estado das finanças e da economia do País não tenham sido do seu agrado, em particular o relatório da Primavera do Banco de Portugal.
Compreendo as suas palavras tranquilizadoras e esclarecedoras da vontade deste Governo em prosseguir com as medidas de correcção e inversão dos diversos indicadores. É esse o seu papel: transmitir segurança e confiança no rumo traçado e insuflar esperança e expectativas de melhoria à economia, no seu todo.
A minha questão, Sr. Ministro, é "timing". O mesmo que o levou, com coragem digna de admiração, a dizer a verdade sobre a Segurança Social, sobre o perigo real de colapso do sistema. Se nada se fizer nos próximo dez anos, não será a V.Exa. que serão assacadas responsabilidades.
Todos nós temos um tempo limite. V. Exa. e o Sr. Primeiro Ministro sabem que a hora chegou. Não falar, não agir, é seguro e, talvez cómodo. Mantém a ilusão, mas não altera a realidade.
Digo isto porque, Senhor Ministro, o problema da despesa requer "força bruta". Há que "partir umas quantas cabeças" para travar e inverter. Chega de palavras, anúncios e retórica. Tem custos políticos e sociais elevados, mas a democracia, hélas, é o Governo pela maioria!
Desejo-lhe coragem porque reconheço que a tarefa é árdua, mas não impossível.
Os meus respeitosos cumprimentos.
25 de Abril, Sempre!
Maria Helena Vieira da Silva (1908-1992)
O 25 de Abril foi um levantamento militar contra a guerra colonial, contra a ditadura e a favor do estabelecimento de um regime democrático em Portugal.
Por isso o celebramos, com toda a justiça e, porque somos democráticos, respeitamos quem entenda não o dever festejar.
Foi feito por um grupo de militares corajosos, é preciso relembrá-lo, com apoio de alguns civis, poucos, é preciso também dizê-lo.
A chamada adesão popular que se produziu nesse dia e nos subsequentes, tem o mesmo valor que aquela, verificada poucos dias antes no jogo Sporting - Benfica, quando Marcelo Caetano recebeu uma estrondosa ovação de pé, aquando da sua entrada no velho estádio José de Alvalade. Seria o apoio popular ao esmagamento do falhado golpe de 16 de Março?
De bestial a besta, pensamos nós. E, como bem me lembro, passámos todos, do dia para a noite, de portugueses a democratas.
Trinta e dois anos volvidos, ainda não percebemos bem que raio de opção fizémos naquele dia. Isto porque se faz uma "blitzkriege" em poucas horas, dias ou meses. Uma verdadeira democracia não se faz nunca. Quando muito, vai-se fazendo.
Valha-nos isto: o gozo não está em chegar ao cimo da montanha (isso é para os deuses); está, antes, na escalada. Por muito árdua que seja...
Ganhámos, Carago!


Biba o FêCêPê!!!
Somos Campiões!!! Biba o Pintinhuuuu!!!
Biba o Baia!!!
Já cumemos os Mouros!!!!
Os Lampiões são Fi--- da P---!!!
Os Lagartos vão pró ----!!!
Nota do Pateira: Por razões óbvias, o Conselho Editorial do Pateira não pode publicar esta crónica, na sua versão integral. Esperamos poder publicar de novo as crónicas do Sr. Zé Trombinhas, logo que os vapores etílicos se dissipem, na totalidade.
Leyes Laborales

Como habéis pasado esta Semana Santa? Pues, yo, santificado en mi bella Andalucía!
Luís, veo que estás por toda Latinoamérica, hombre, con eso de la blogalaxia. A ver si haces un congreso iberoamericano de los del blog en Mar del Plata. A mi Maria le encantaría, pero también voy solo, hóstia!
Bueno, vamos al tema de hoy:
En España se está planteando una nueva reforma laboral que contempla la reducción de la temporalidad de los empleos y un abaratamiento del despido cuando los contratos temporales se conviertan en contratos fijos.
Según la propuesta que se negocia en Madrid, en caso de despido, la empresa abonará 33 días por año trabajado, en lugar de los 45 actuales. Además se rebajaran las cotizaciones que los empresarios pagan por cada trabajador y se ampliarán a cuatro años los incentivos para la contratación de mujeres, jóvenes y mayores de 45 años.
Para evitar que un trabajador encadene un contrato temporal tras otro, la nueva reforma que se está negociando pretende hacer fijo a todo empleado que en tres años haya trabajado dos en el mismo puesto.
A ver que esto no os sorprende en Portugal?
Venga, hasta luego,
Desde Madrid, Emilio Santoro
A Semana do Renato

Prezados Leitores,
Não resisto a fazer uma pequena incursão (ou será excursão, Rita?) por este fascinante mundo das crónicas. É que me sinto inspirado pela crónica semanal do meu querido Miguel Sousa Tavares. Que homem!!
Ai, Rita está com ciúmes? É que eu acho que o meu querido Miguel tem muita razão naquilo que diz. Então se ele gosta de um bom charuto, deixá-lo. Eu também adoro um belo cubano.
Bom, esta semana foi de homenagem ao meu querido PSL. E porquê, perguntam os meus estimados leitores? Porque finalmente se inaugurou o Casino Lisboa, uma obra emblemática do Pedro, feita para os lisboetas! Ah e também para aquele senhor do Barreiro que perdeu 500 euros na tarde seguinte à inauguração, mas ficou com dinheiro que chegasse para o barco. Mas também não faz mal, porque deve receber subsídio de qualquer coisa (será subsídio por falta de miolos, Rita?).
Também o meu querido Paulo Portas esteve em alta, porque ficámos a saber que, coitado, esteve toda a quarta-feira de Páscoa fechado no seu gabinete de São Bento a escrever leis para todos nós. Infelizmente faltou à votação porque tinha um coquetail na embaixada do Siri Lanka (é ao pé da Argentina, Rita).
Por isso abominei o comentário do Sr. Pacheco Pereira que disse que alguns dos nossos deputados nem para porteiros serviam. Cruzes credo! Homem horroroso!
E, é tudo. Bem hajam e até Domingo.
Renato Prado, consultor de imagem
Onde Está a Crise?

Não tentem olhar para a imagem pois dificilmente encontrarão a crise.
Utilizem antes o método da exclusão de partes, isto é, a crise não está:
- Nas empresas financeiras: bancos, seguradoras, etc.
- Nas utilities: veja-se o caso da EDP, PT e Galp
- Nos grandes da distribuição: Continente, Jumbo, Pingo Doce, etc.
- Na construção civil: tem que se pagar mais impostos... mas, vai dando...
- No turismo: os portugueses seguram bem o barco...
- No sector automóvel: as máquinas vendem sempre bem!
- Na "lavoura": isso já há muito que acabou, mas os subsídios, bem, muito obrigado!
- Na função pública: bem, já não há subidas na escala, actualizações, etc., mas vai dando...
- Nas receitas: cobrou-se mais IRS, mais IRC, mais SS, etc.
- No desemprego: bem abaixo da média europeia.
- Nos artigos de luxo: relógios, malas, jóias...é melhor encomendar com antecedência!
- Nas comunicações: em São Tomé os telemóveis vendem, de facto, mal...
- No futebol: ...e quando o mar bate na rocha, só a Ovarense é que se lixa!
- No jogo: o quê? não foi convidado para a inauguração do Casino Lisboa?
- Na moda: já fez a sua visita à Corporación? Prefere o "fitness"?
- No...afinal é melhor procurarem na imagem!
Oil

No comments.
El Vecino del Norte

El actual estado de relaciones entre Latinoamérica y los Estados Unidos, es de conflicto abierto, pero no es nuevo. Y, naturalmente, no podemos echarle la culpa a una sola de las partes.
Hay importantes diferencias culturales, económicas, políticas y religiosas que contribuyen para esta dificultad de entendimiento y, sobretodo, de cooperación.
Un ejemplo: si una empresa norteamericana quiere cerrar un contrato con una empresa latinoamericana y, en el medio de la operación, “regala” un gordo cheque de dólares, lo registra como confidencial y no pasa nada con el IRS (hacienda nacional); si hace lo mismo, pero en una operación con una empresa yanqui, bueno, ahí ya es delito grave y el responsable va a la cárcel. Esta doble actitud por parte del gobierno americano refleja bien la necesidad de cambiar de política. Se dice que con la emigración creciente hacia el norte, y con la fuerza del voto de la 2ª o 3ª generación, las cosas podrán cambiar. Tengo dudas.
Ahora, el constante insulto y bochorno al gobierno y, sobretodo, al actual presidente norteamericano que hace, por ejemplo, el presidente Hugo Chávez, no ayuda nada y resulta en más conflictos y más problemas.
Es de vista corta el pensar que las relaciones entre naciones vecinas son exclusivas de gobernantes. Hay mucho espacio para la cooperación entre agentes no gubernamentales, económicos y culturales. Se necesita un cambio que debe empezar por los más altos responsables.
Sobretodo porque deberían empezar por pensar en mejorar los niveles de vida de sus conciudadanos, y no en sus propias ambiciones de poder.
Desde Caracas, El reportero Creole.
Deputados

Não percebo o porquê de tanta indignação, por causa de uma simples falta de presença na Assembleia, por parte dos nossos deputados.
Já Cristo dizia, quem estiver livre de pecado, que atire a primeira pedra... por isso, deixem os deputados partir para férias, em paz. E, sobretudo, rezem para que não voltem!
LCD vs Plasma

Guten Morgen,
“Darling, you know that I want to buy a new nice flat and thin TV. Should I pick the LCD or the Plasma? What’s the difference? Which is better? But, Mathias, please skip technicalities, ok?”.Ok Brigitte, I’ll do my best (oh my God, she is dumb, but so gorgeous!).
Plasma is based on the fluorescent lightbulb. The display consists of cells. Two glass panels are separated by a narrow gap in which gas is injected and is electrically charged, So, like traditional TVs, you get heat and screen-burn of static images.
LCDs, on the other hand, are made of two layers (one has the liquid crystals) of transparent material, which are polarized, and are "glued" together. It has also a fluorescent bulb (look at your office’s ceiling, my dear. It is there!) needed for the image created by the crystals to become visible. So, less heat, no radiation.
So, enough of technicalities. Which is better depends on what do you need:
Choose Plasma if: you want a big screen (size matters, let’s say over 37 inches) and that is not your case, given your small (but cosy) flat. However, plasmas provide better contrast ratio, colour accuracy and deeper blacks. Drawbacks? It has lower display life span (nearly half of LCD) and more heat.
So, in your case (small room) choose LCD: it has more brightness, longer display life, but it is more expensive than Plasma.
Finally my dear, bad news for you: since you are a movie fan and watch lots of DVDs, you must pick a HDTV set (means High Definition, baby). Ask for daddy’s help, to pay the extra bill. And don’t forget to invite me to watch one of those movies, ok?
Bis Bald
Mathias Schaeffer reporting from Mörfelden-Walldorf, Germany
Profivisionais

Há coisa de um ano, tivémos a infaustosa notícia de saber que o défice
previsível? para 2005 seria de 6,83% . Isto com a chancela do Banco de Portugal, tipo assinatura de Deus Todo-o-Poderoso.
Afinal, o défice foi só de 6,02%. Êxito?
Ou de como uma coisa é aquilo que a gente está a vender, outra é aquilo que o cliente pensa estar a comprar. Isto, a política, meus senhores, é para profissionais!
Compro Mercedolas a Bom Preço

A todos os perseguidos pela Segurança Social,
Os meus botos de sentido pesar pelo azar do carago de terem sido apanhados. Ó broeiros, nem sempre se pode ganhar! Até o ganda Mourinho perde lá na terra dos bifes. Tú bolta filho, tás perdoado!
Ora benhe, não há que desanimar. Cumu sabem, os xuxas e os mouros da Segurança Social querem penhorar as bossas 6300 máquinas para benderem em hasta publica. Para além do manguito, eu ofereço-me para comprar algumas das biaturas que esses bampiros querem sacar ao pessoal, só porque não há guita para pagar as díbidas - aquelas férias nas Bahamas com as amigas foram caras pra catano -.
Os meus amigos passam-me o librete pras mãos e eu faço uma transaccõe cuns negociantes ucranianos – gente séria, do Norte – e fico cuma miséria de comissõe de 10%, mas só pra Mercedolas, que esses gajos num bom à bola com os BMs. Tudo isento de impostos, cumu manda a lei, que isso de pagar é pros artolas.
Seguidamente, os meus amigos bãoe ao seguro e dizem que a biatura foi roubada pelos gangues da Coba da Moura. Assim, as seguradoras – tudo estranjeiro e cheios da narta - que paguem aos nazis da SS!
E já sabem, quando precisarem de bir a Lisboa ber o FêCêPê bater nos mouros, temos sempre um bom surtido de garinas prós meus amigos festejarem a bitória.
Ó murcons, isto biber nom custa...o qué preciso é gamar...
O bosso parceiro de negócios do peito,
Zé Trombinhas
Páscoa Feliz!

Páscoa Feliz a todos e, se forem para a estrada, vão visitar umas boas caves vinícolas. Lá receberão toda a informação que necessitem sobre taxas de alcoolemia. Um co-patrocínio MAI - Vitivinicultores de Portugal.
O Pateira volta dia 19.
"As 2 Últimas" - Fim

- Em boa companhia -
Bem dito e bem feito. E, depois, o silêncio, ou seria a falta de vontade de falar?, o olhar para o relógio, que está no ir. Jogávamos quase a feijões, apesar de que, com o tempo, nas férias grandes, bem grandes, a sério, não como agora, se podia acumular muito escudo, para cá ou para lá. Mas, o urgente era sair, ir embora. Nem mais um copo, amendoim, tremoço, cigarrinho, fosse lá o que fosse!
Como bem me alembra, que é modo de dizer lá pelas bandas da Pateira, a figura do Zé Mealhas que, todas as noites, lá por volta da uma, invariavelmente dizia, “vamos mas é ferrar a galhada”, bem ensacado na sua gabardine, chapéu de chuva por dama, fidelíssima, de companhia. Um Colombo da TV, sem ser zarolho e sem o charuto, que o homem era mais para o copito da sossega, se bem me entendem. Só que, ao contrário do Zé Mealhas, que falava, falava e tornava a falar e dali não saia, eu queria mesmo era ir embora.
E fui. Parti só, à aventura daqueles poucos centos de metros, a descer para a casa da minha avò. Foram osso duro de roer, sim senhor. Havia ali, algures, não me perguntem onde, qualquer coisa, chamem-lhe medo, cagaço ou frio que, às vezes, até as noites de Julho nos fazem gelar o sangue, cá por dentro. Estava um escuro de bréu ou dum raio, para não dizer do caraças ou da porra, que se fica na mesma, por falta de sentido, sendo este de que falo, o da visão. E havia também alguém, sem corpo ou matéria, que se ria baixinho, porque eu o não ouvia, perto de mim. Não, não tem lógica, eu sei, mas aquele filho-da-mãe veio todo o caminho a gozar comigo.
Certo é, que nunca mais me meti com ele.
"As 2 Últimas" - 3ª Parte

- Acontece -
Passadas? Passaram as cartas? Pois é, acontece, é um azar! Raro, mas acontece. E lembro-me bem de que ali não havia batota. Aqueles três estavam de tal modo engalfinhados no jogo que não iriam estragar o seu gozo por minha causa.
E para quem não perceba o termo engalfinhados, direi apenas que, no meu entender, significa “em luta”. Agora, que uso e abuso do termo, não tenham dúvidas. Isto apesar de me fazer lembrar não os galos, mas os golfinhos que, coitados, como são tão simpáticos, não deveriam merecer tal conotação. Simpáticos e de boa vida como os Angolanos que, naquela época do Esteves, como o meu avô chamava ao Salazar, nada faziam para terem ou merecerem uma boa vida, porque os Transmontanos e outros azarentos que, por cá havia, lá iam parar com os costados bem arreados com mochilas e G3 para que aquela gente tivesse do bom e do melhor, e com criados. Boa vida, a do senhor de Lisboa.
Ou como diria o meu outro avô, o Passadouro, que até à morte, foi sempre Júnior: “as coisas são como são e nós temos de vê-las como elas são”. Até hoje ainda não percebi se devo arrumar este pensamento na prateleira do determinismo ou naquela mais pequena, de duas simples divisões, do maniqueísmo.
Mas, voltando à minha história, que hoje, o tempo urge, peço-vos perdão pelas voltas do pensamento próprias da modorrice daqueles tempos. Pois é, azes, reis, damas de tudo o que seja naipe, à mão me veio parar. Isto, porque os jogos de cartas é coisa de filme de Hollywood ou da Broadway: “the show must go on”. Haja o que houver. E, assim sendo, baralha-se, parte-se e dá-se, de novo. Treze ases, meus senhores, treze azes para jogar!. É pegar no jogo e já está: as duas últimas são minhas e, com sorte, todas as anteriores também. É sina do azarento, senhor; se me deixar ler a sua mão, a ciganita errante quebra o mau olhado. É só me dar um tostão, meu menino bonito.
"As 2 Últimas" - 2ª Parte

- King -
Como naquela “mão” que é o nome pelo qual eu arquivo cada uma das etapas ou fases, tanto me faz, do jogo de cartas chamado “o King”. As duas últimas, para vocês melhor se situarem, mesmo sem mais pormenores. Bom, para quem tem duques, ternos, quadras, quinas e por aí fora, nem no jogo se pode pegar. Não se faz nada, nem de bem nem de mal, assiste-se e espera-se a mão acabar para ver quem será o infeliz, ou infelizes, em caso de divisão, que faz, ou fazem, as duas últimas vazas. Mais nada, chato, estúpido, até. E vai daí, orgulho saloio de que todos temos sempre um pouco, diz-se, alto e bom som: “nem que o Diabo cá estivesse, eu fazia as duas últimas”.
É assim, meus senhores, escusam de me olhar com essas caras, a sorte está comigo. É bom para o nosso ego estar por cima, a coberto do azar. Vá, joguem, que eu assisto. Querem o duque ou a quina? Nem estou com atenção para ver quem se vai tramar. Como o rico, perante a crise e a miséria dos outros. Dá pena ver, tem-se simpatia pela dor, mas que se há-de fazer? Deus ou a Divina Providência assim o quizeram. Lá está, os desígnios do Alto, o mal moral, que não nos compete a nós, pobres mortais, entender, quanto mais questionar!
Mas a vida tem momentos bons, como o daquela partida que até nem está má, vamos ver como vai correr nos “peditórios”. Para ser franco, não sou muito do tipo ganhador, daquele que faz tudo, sempre na ânsia de atingir mais e mais. O meu problema é perder, porque aí, viro, sem querer, ganhador. Aguns diriam que a necessidade aguça o engenho, eu diria que o meu ego é como o infeliz que cai à água e tenta não se afogar. Deve ser por isso que tenho tanto medo de morrer: para todos os efeitos é a derrota final. Com papel passado e assinado pelo Cartório Celestial, como diria o Vinícius de Morais, poeta lírico, embaixador da cachaça e do whiskey, músico e grande safado. Saravá!
"As 2 Últimas" - 1ª Parte

- Filosofia -
Há coisas em que acredito firmemente. A ciência, por exemplo. Dá-se um pontapé numa bola e ela rola, rola, até que pára, novamente. Passa do estado de repouso ao movimento e, se calhar, por cansaço, volta ao mesmo. Falar em tamanha evidência não é coisa de somenos, pois trata-se do famoso Princípio Fundamental da Dinâmica, ou Segunda Lei de Newton: força igual à massa vezes a aceleração. Nem mais! Também se pode dizer, é claro, que a força é a derivada do movimento linear ou quantidade de movimento. E gosto de acabar sempre estas minhas elucubrações, termo que muito aprecio, porque de difícil dicção, com a velha máxima de que na natureza nada se cria, tudo se transforma. E nisto baseio eu aquilo que chamo de minha filosofia.
Diria, assim, que sou um empirista, porque me fico pelas aparências, mas tenho também algo de racionalista porque não quero deixar Deus lá no Seu céu pensando que, cá na terra, tudo bem. Seria o mesmo que pensar que os desígnios Dele ultrapassam a compreensão humana. Isso não é moral, é má-fé. Porque o desejo de sermos Deus, pensem bem, - aonde está a nossa omnipotência e benevolência - só nos traria problemas. Fiquemo-nos, pois, neste dilema, também partidários da transcendência.
Por isso não sou daqueles que pensam que o acaso, o azar, a má fortuna não existem.
Falha-se, perde-se, erra-se sempre pelo azar, prova de que ele existe ou de que, quem o invoca, não tem quanto baste de imaginação criadora para a mentira. Tem lógica, o azar, e também a fraca desculpa. Mas é preciso que o azar encontre uma janela, uma porta aberta, vá lá, semi-aberta, para entrar. Ora, na minha ciência, está tudo fechado, que o mesmo é dizer que azar não entra. Mas, repito, lá que existe, existe.
Um Conto

Estamos na Semana Santa pelo que vou parar com o “mais do mesmo”. Afinal, isto é um passatempo do autor, não um emprego a tempo inteiro. Convém que dê algum gozo, senão não tem piada.
Por isso, vou publicar um pequeno conto, como fiz no Natal. Lamento, mas não vão aparecer ovos e coelhinhos. Tem quatro partes – 4 dias - e chama-se “As 2 Últimas”. Espero que não seja assim, tipo muito mau, e para a semana, haverá “mais do mesmo”.
Fitness

Prezados Leitores,
Eu peço que me perdoem o uso do francês, que é uma língua que eu adoro, para título desta minha crónica, mas eu não sei como se diz ginástica em português. Pensei em utilizar ginásio, mas o termo é pindérico (não acha, Rita?). Ainda se fosse tipo Holmes gym...
Isto para vos dizer que estou horrorizado com o PIB português. Li, num semanário da concorrência, que o tal terço do PIB que foi com o nosso querido José Sócrates visitar os nativos de Angola tinha protuberâncias (sei lá Rita, deve ser angolês) a mais. E, como o avião ia cheio porque era super low fare (belo, o francês) podia até haver o perigo de cair, por excesso de peso.
Meus queridos, se os vossos trabalhadores se apercebem que vocês estão gordos vai haver greves na certa, porque, imaginem, podem ficar a pensar que vocês não trabalham. São uns ingratos, que horror!
O que me espanta é que não recorram a um vrai consultor de imagem como eu, pois o problema é de fácil resolução. Inscrevam-se num desses places de fitness, arranjem uma querida bem moldada para vossa Personal Trainer (escreva no original, Rita: em alemão) que vos fará muito stretching (ai juro que não sei, Rita), masssagens, sauna, solarium, sei lá!
E, para resolverem a questão das barrigas, poupem-me as energias para as partidas de golf e vão mas é fazer uma lipoaspiração lá para os Brasis. E, por favor, não me falem em Corporaciones, jamé!
E, é tudo. Bem hajam e até Domingo.
Renato Prado, consultor de imagem
Autoridade e Obra Feita

A pouco e pouco, estamos a ficar convencidos de que, finalmente, temos Governo. Porque há gente competente, autoridade, determinação e obra feita. E nós, os portugueses, apreciamos, sobretudo, a autoridade e a obra feita.
Mas cuidado porque as aparências, por vezes, iludem. Aquilo a que estamos a assistir é à emergência de um homem, José Sócrates, no papel de um líder. De que tipo? Veremos. Porém, é um facto positivo, porque surge após três tentativas falhadas: António Guterres, José Barroso e Santana Lopes. É o inverso do ditado popular: depois de mim virá quem bom de mim fará. Santana Lopes diria que é fruto de uma boa conjugação astral...
Quanto à obra, é cedo para conversarmos. Esqueçam o sucesso dos 6,02% do défice de 2005. Aquele número é o dobro! daquilo que é suposto alcançarmos. Mais: quanto a números e até agora, não há sucessos, que é o mesmo que dizer que, afinal, não há obra feita. Há a esperança...
Quanto à autoridade, ela existe sim, na aparência. Porque já houve uma substituição de um importante ministro, sem qualquer explicação lógica; porque há conflitos em “banho-maria”, de diversa ordem com interesses corporativos; porque há ministros em “roda-livre”; porque há “jobs-for-the boys”; porque há partidocracia – vidé governadores civis -; porque é visível neste Governo a “mão invisível de Adams”, etc.
Sejamos claros, o que está a acontecer é que tudo o que referi e que é mau, aparece em menor quantidade daquilo a que estávamos habituados. É uma questão de nível de exigência. Como muito bem diz Drucker, “a distância entre o líder e a média é uma constante”. Por isso, guardemos os foguetes para o final da festa.
Packaging

Conheça o Bill Gates' marketing style.
Veja como a Microsoft faria o "turnaround" do design das caixas dos iPods em:
microsoft ipod packaging parody
Victor Davalillo

Hablar de Victor Davalillo es casi lo mismo que en Portugal hablar de Eusebio. No en vano es el rey del hit en Venezuela en el deporte nacional, el beisbol.
No sólo triunfó en Venezuela sino que sobresalió en Estados Unidos (jugó en la Mayor League representando a Indios, Angelinos, Cardenales, Piratas, Atléticos y Dodgers) y México, en una carrera que se extendió por 30 años y una variedad de récords que aún se encuentran vigentes en la pelota criolla.
Es considerado el más grande bateador en la historia del beisbol venezolano. Sus números lo colocan en el primer lugar de todos los tiempos en hits (1.505), dobles (196), carreras anotadas (668), veces al bate (4.633) y juegos jugados (1.280). Su promedio al bate de por vida fue de .325. Además posee el récord de más hits en una temporada, con 100 indiscutibles
Empezó su carrera en los Leones de Caracas en el campeonato de 57-58 y ahí estuvo 19 años. Ganó cuatro títulos de bateo. Asimismo, conquistó el champion bate en 1962 con el Jacksonville, categoría AAA de las Ligas Menores de los Estados Unidos, con average de .346. También fue líder con el madero en el beisbol profesional mexicano en 1977. En 1965 se convirtió en el primer venezolano que bateó sobre trescientos (.301) en las Grandes Ligas.
El beisbol es el deporte nacional en toda la zona del Caribe (Puerto Rico, Cuba, Panamá, Nicarágua, Costa Rica, El Salvador, Colombia y Venezuela) Por eso no hay que admirarse cuando vemos a Fidel o Chávez en uniforme pelotero. No pasa lo mismo por hay en el fútbol?
Desde Caracas, El Reportero Creole.
Detalhes

Há uma canção - Detalhes - escrita em parceria por Roberto e Erasmo Carlos que, a certo ponto, reza assim:
"Eu sei que esses detalhes vão sumir na longa estrada
do tempo que transforma todo amor em quase nada
mas quase também é mais um detalhe
um grande amor não vai morrer assim
por isso, de vez em quando você vai
vai lembrar de mim"
O tema, que é o Amor, é top na nossa escala de valores. O facto destes letristas nos recordarem que até no Amor, o detalhe é crucial, devia fazer-nos pensar.
Que também na actividade empresarial, para além das grandes linhas-mestras da estratégia, selecção de recursos, gestão diária, etc. há os detalhes!
Nós somos muito inventivos e mestres na arte do desenrascanço. Mas achamos os detalhes pequenos demais, quando eles são muito grandes para os nossos clientes.
Eu, por exemplo, lembro-me de muitas caras "fechadas" quando tudo o que desejava era gastar o meu dinheiro naquele produto. Faltou o detalhe do sorriso...
World Heavyweight Fight: Blu-Ray vs. HD DVD

Guten Morgen,
Ladyes & Gentlemen,
Welcome to the world arena of Electronics Consumer Products.
Live, to the world, this 2006 spring, the so long awaited fight for the heavyweight championship of the new DVD format is about to start!
On the left corner, wearing blue trunks, weighting 25 gigabytes, 12 cm, former ex-world heavyweight first contendant with the Beta format, from Tokyo, Japan, the Sony Blu-ray Disc format. Let's hear a round of applause!
On the right corner, wearing also blue trunks, weighting 15 gigabytes, 12 cm, former world heavyweight champion with the VHS format, from Tokyo, Japan and also from Redmond, Washington, the Toshiba/Microsoft HD DVD. Let's hear a round of applause for them, too!
And, second to no one, from the Global Village, our most welcome, the mighty illuminated, fearless referee of all times: the Consumer.
Stay tuned folks! This is a knockout combat, no rounds limit. You, the referee, will decide who the next champion will be.
And the winner for the new DVD format is...
Bis Bald
Mathias Schaeffer reporting from Mörfelden-Walldorf, Germany
Propaganda

Tanto quanto me é dado entender, propaganda significa divulgação e propagação de princípios ou teorias. Um termo essencialmente político.
Por obra e graça do Dr. Goebbels, conotamos a propaganda à difusão de teorias perversas, baseadas em factos falsos ou distorcidos e com objectivos falaciosos. Próprio de gente infame e ignóbil.
Acho, portanto, que acusar este Governo de propagandista não é correcto. Sobretudo por parte daqueles que, ainda há bem pouco tempo, sonhavam com a criação de uma "Central Governativa de Informações".
Certo é que estes senhores fazem a sua publicidade com pompa e circunstância, algum exagero, alguma banha-da-cobra à mistura, rios de optimismo e por aí fora. Ah, e são persistentes!
Agora, propaganda... já alguém ouviu este Governo falar de política?
Bolonha

O Conselho Nacional de Profissões Liberais (CNPL) vai promover, no próximo dia 10 de Abril, na Ordem dos Engenheiros, em Lisboa, um Seminário com vista a debater os novos requisitos previstos nas orientações da UE para o Ensino Superior, conhecidas como " Processo de Bolonha ".
Durante a Sessão, destinada aos Membros inscritos nas Ordens Profissionais que integram o CNPL, será feito o ponto da situação relativamente às implicações de Bolonha face à realidade, requisitos estatutários e prática anterior de cada Ordem Profissional.
O orador convidado será o Professor Adriano Moreira, Presidente do Conselho Nacional de Avaliação do Ensino Superior (CNAVES).
A participação no Seminário é gratuita, embora sujeita a inscrição prévia, pelo que os interessados deverão consultar as respectivas Ordens.
Semanário TGV nr. 14

"Foto-finish na Justiça"
"Fui eu que o demiti". "Eu é que apresentei a minha demissão".
"Mentira. Dez minutos após a entrada deste senhor no meu gabinete, a minha assessoria de imprensa fez chegar às redacções, por e-mail, o despacho onde este Governo comunicava a demissão".
"Ora aí está! Eu também tinha o meu e-mail preparado, mas o o Sr. Ministro não me deixou ligar o portátil à corrente. As minhas pilhas tinham-se esgotado"
"Estão a ver o despesismo? Utilizar a conta da luz deste gabinete. Era o que me faltava!"
"Despesismo, eu? Ouça lá, sabe quem comprou o tinteiro utilizado pela impressora que imprimiu a minha carta de demissão?"
"O quê? Utilizou as impressoras do Estado?"
"Com o que me pagam, não dá para ter escritório montado em casa."
"Grande lata! Pois fique a saber..."
Dado o avançado da hora e porque tínhamos de encerrar a nossa edição diária, abandonamos o local, mesmo antes de impressa a "foto-finish" que nos revelaria qual dos dois sprinters ganhara a corrida. Pedimos sinceras desculpas aos nossos leitores.
Pacto de Regime

Marcelo Rebelo de Sousa referiu, no seu último programa, que o PRACE deveria ter resultado de um acordo de regime; uma 2º crítica do Professor refere-se à não existência de uma definição política de qual o papel do Estado (a componente macro do projecto).
Teria sido desejável que tal pacto de regime tivesse sido alcançado, por exemplo, no governo de Guterres. Com tempo e espaço para uma ampla discussão. Só que agora, estamos na hora da accção e não das palavras.
Sobre a definição da missão e do papel do Estado, ela é necessária. De modo formal. Agora pensar-se que José Sócrates e o seu Governo estão a navegar sem GPS, é um erro. Quando o 1º Ministro, referindo-se à OPA da PT é claro ao dizer que a "golden share" permanece, fá-lo em conformidade a um modelo. Informal, é certo, mas existente, pelo menos no seu pensamento.
E, esse modelo informal não vai corresponder às espectativas mais liberalizantes. José Sócrates está muito longe de ser um político inovador. É demasiado teimoso para tal.
Corpos

Queridas Amigas e leitores do Pateira,
Nesta nossa época, caracterizada por um consumismo febril, a silueta feminina e, mais recentemente a masculina atingiram um estatuto olímpico, na nossa escala de valores.
As obras de Miguel Ângelo, Da Vinci, Boticelli, Rafael, Rubens, etc. não teriam, talvez, o mesmo grau de aceitação, se fossem realizadas hoje. E, no entanto, são obras-primas com um valor estético que supera a mais dura de todas as provas: o tempo.
Minhas queridas, só ama (no sentido de apreciar) o corpo masculino (nada estético, não é?) aquela mulher que está bem consigo própria.
Não digo que gordura é formosura, mas também, não digo que um corpo moldado pela plástica seja algo de verdadeiramente belo. Acima de tudo, é falso!
Por isso, libertem-se de falsos preconceitos e descubram a verdadeira beleza: o amor, a paixão e a volúpia.
Poque o sexo cala fundo, não é darlings?
Até breve,
Carla Miranda, PhD in Sexologia
Trabalhem, Porra!

Estimados Senhores e Senhoras da Oposição Portuguesa:
É só para dizer que não é pelo facto de estarem na oposição que o País pára. Pois é, o ingrato continua a funcionar.
Dica: deixem de olhar para os vossos umbigos.
Outra dica: deixem de andar "atrelados" à agenda política do pai Sócrates.
Incrível: até os Bloquistas perderam o pio.
Urgente: a preocupação do PCP com o Benfica.
Agora, se estão à espera do final do Verão de 2009 para porem "as mãos à obra" e ganharem as eleições legislativas, preparem-se porque vão levar um valente "chumbo".
Por isso e com todo o respeito, meus senhores e minhas senhoras:
Não sejam cábulas, trabalhem, porra!
Marbella, Costa del Sol

Será que habéis oído hablar de Marisol Yagüe?
Bueno, esta señora, nacida en el año de 1952, separada o divorciada? con 3 hijos es la alcaldesa de Marbella. Empezó su carrera política en el PSOE, llegó a la Alcaldía de Marbella en el verano de 2003 tras una moción de censura contra el ex alcalde Julián Muñoz presentada por ex gilistas, tránsfugas socialistas y rebeldes del Partido Andalucista. Su mentor y padrino fue Jesús Gil.
Marisol tiene pendientes numerosos procesos judiciales, entre ellos uno por no pagar a la empresa encargada de las obras de reforma de su casa (Operación Copasur). De momento está en prisión incondicional sin fianza en otro proceso de corrupción, blanqueo de dinero, fraude a la Hacienda Pública, cohecho, tráfico de influencias, malversación de caudales públicos, alteración del precios de las cosas y hechos vinculados con la protección de la fauna. A este proceso le llaman “Operación Malaya”. Que tal eh?
Bueno, me basta leer el blog de Luís para enterarme de que por hay también tenéis a vuestra Marisol, pero con menos hijos.
Cuidado con ellas, hóstia!
Venga, hasta luego,
Desde Madrid, Emilio Santoro
Marca Registada

Prezados Leitores,
Não sei se já repararam, mas adoro marcas. Sei lá, gosto da grife (inglesismo horroroso!) Agora o que eu não imaginava era que eu me pudesse transformar em marca (mas de qualidade, Rita)!
Vem isto a propósito de uma polémica (é italiano, Rita) entre um crítico e uma escritora. Ele quer falar do trabalho dela, mas ela não deixa porque acha que assim, ele vende à custa do nome dela que está registado como marca. E vai daí, ela fez-lhe uma cautela previdente (ou será uma previdente cautelar, Rita?) e o senhor não vai poder publicar o seu livro.
Ora este embrulhio (é espanhol, Rita) tem muito a ver com imagem, por isso lhe dedico alguns considerandos na minha condição de expert.
Primeiro, não caiam na patetice de pensarem que é bom que digam mal dos meus queridos, porque o que importa é falarem. Jamé (ai, o inglês). Segundo, vejam quem é que fala: se fosse o divino PP a falar dela no seu decor ultrachique da SIC (viu, Rita, um trocadinho!) aí então é deixar falar. Se fosse o Miguel Sousa Tavares, aí deixe falar, publicar, tudo! E vá jantar com ele, querida. Eu adoraria! (porque é um homem inteligente, Rita).
Por fim, recomendo à escritora que contrate um bom profissional de imagem com alto nível cultural que perceba muito de livros e assim. Olhem, por acaso comprei agora uma quantidade de livros giríssimos todos de capa com pele Louis Vuiton e com números italianos. Custaram-me os olhos da cara, mas são de um autora muito conhecida chamada Lady Britannica (sei lá Rita, deve ser alemã!).
E, é tudo. Bem hajam e até Domingo.
Renato Prado, consultor de imagem
A Mudança e a Teoria do Caos

Este Governo parece estar determinado a proceder a uma série de mudanças (a curto prazo) com vista a obter (a médio e longo prazo) uma substancial melhoria na situação económica do País.
Para já (objectivo de curto prazo) importa corrigir o défice, importa suster e baixar o ritmo de crescimento da despesa corrente, importa racionalizar despesas, importa melhorar a efectividade na cobrança de impostos, dar condições mais competitivas aos agentes económicos, etc.
Estas medidas partem, pois, do princípio de que o sistema, no longo prazo, é a resultante das políticas de curto prazo. Isto é, um sistema complexo - a economia nacional - é linear e perfeitamente previsível. E não há político que conteste isto.
Ora, no agora célebre MIT, na década de 50, começou a leccionar um professor de metereologia chamado Edward Lorenz. Este senhor, tal como todos os outros colegas, procurava descobrir fórmulas que lhe proporcionassem uma ferramenta tipo oráculo de Delfos para elaborar previsões estatísticas.
Como é que se procedia? Recorria-se às observações do passado e utilizavam-se previsões lineares. Ou seja, a temperatura de um local poderia ser prevista e calculada como sendo uma constante a, somada com uma constante b mais uma outra constante c multiplicada pela temperatura de hoje noutro local... O trabalho de Lorenz era determinar os valores dessas constantes a, b, c ... e dos elementos climáticos que multiplicam as constantes.
Só que o modelo não funcionava: chovia quando devia fazer sol! Aí Lorenz "comuta" para os sistemas de equações não lineares (as variáveis mudam ao longo do tempo) e chegou à chamada teoria do caos, com a ajuda da cibernética e de alguns bons matemáticos. E também chegou ao famoso "Efeito Borboleta" (bate as asas na muralha da China, e pode provocar uma tempestade em Cuba).
Resumindo, o método científico previsional funciona bem para sistemas simples (ou fechados) com poucas variáveis, mas para sistemas abertos com muitas variáveis (os complexos) não há previsão possível.
Tanta conversa para dizer o quê? Que não conseguimos saber se as actuais medidas tomadas pelo Governo são as mais correctas ou não; não há modelos matemáticos. Vejam as medidas CPE em França: alguém sabe como é que vai acabar? Dependente de quê? Quando? E se um manifestante morre? Pode-se prever o andamento da sociedade?
Mas sabemos que, a manter-se tudo como está, o nosso futuro de médio e longo prazo será mais do mesmo.
Por isso, vamos em frente com as medidas, deixando-nos de lamúrias, estudos, diálogos conciliatórios, direitos adquiridos, etc. Mal ou bem, têm de ser feitas.
E que ninguém nos diga que, amanhã, nos dará sol na eira e chuva no nabal. Previsões, só depois de amanhã...